segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

somente

Eu só queria mais uma vez aceitar. Aprender a me gostar.

Gostar um pouco mais de mim do que fui capaz de te gostar. Querer um pouco mais a mim do que eu já te quis.

Não sei bem o porquê, nem por onde, nem quando... Só queria poder. Sei que não é possível voltar. O tempo passa, o nosso passou e você perdeu. E eu apenas acelerei o relógio.

Bons são os que sabem ficar bem mesmo com as marcas que ficaram de um tempo que passou. Ser feliz e mesmo assim lembrar, é para poucos, é para sábios.

Não sou sábio, mas vou aprender.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Eu voltarei...

 Assim vinda do caos numa dessas bem cinematográficas.

prometo e logo.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Eu não queria assumir, mas ainda sou... Sou, sou completamente apaixonada por você.

Eu sei que já seguimos caminhos diferentes, que já passou o tempo. Mas desde que acabou eu só passei o tempo tentando suprir o que me faltou.

Eu sei que vai parecer piegas, também, mas eu tentei encontrar um pouco de você em cada coisa que fiz. Passei um tempo ressentida, depois passou. Também tentei apagar tudo, mas não funcionou. Relevei e levei a vida, até hoje.

Conheci mil pessoas, tive vários casos, uns sérios, outros nem tanto... Até me apaixonei de novo. Mas nada foi igual. Decidi que não ficaria pensando muito no passado e não tentaria por um pouco de ti em cada um, mas não deu.

Ainda sou apaixonada por você. De um jeito que jamais pensei que pudesse ser. Acho que foi alguma praga que jogaram pra mim, assim. De tanto me vangloriar por jamais me apaixonar.

Já se passou um bom tempo e o que parecia apagado continuou sombreando todas as palavras na folha.

E agora, hoje, você... Aqui do meu lado dizendo que agora sabe o que eu sinto é mais importante pra você do que podia imaginar é como dançar nas nuvens e te beijar é mais que apenas beijar e como fazer um novo dia raiar.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Remoto.

É numa hora dessas que eu me sinto um tanto incapaz. Digamos... Meio que fora do meu controle. Não sei como por em ordem, ou por em ajuste, ou sei lá... Fazer como tenho vontade.

Queria poder ter um controle sobre isso. Na verdade se pudesse ter um pedido apenas, seria o de ter esse controle.

E aparece assim, quando tudo parece estar no lugar. Quando há brisa, quando não bem nada fora do eixo... Lá vem de novo e tira tudo do lugar como um vendaval.

Pois então... Queria poder ter o poder de ter controle sobre o que eu sinto. Apertar um botão e mudar de canal; mudar de pessoas; mudar a freqüência do sentimento. Pra poder me livrar desse filme repetido que insiste em não querer sair de cartaz.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Festas, comidas, pessoas, votos, emoção blábláblá e presentes. Provávelmente eu esperei por eles o ano todo. Não negue que você também esperou. Mas quando chega o dia o que você ganha? Porcalhadas, algumas úteis e outras que se jogar fora não faz dierença. Mas vejamos, não se espera o grande e caro, mas sim um coisa que grite (pode só cochixar, tudo bem) o seu nome.
Prestar um pouco de atenção nas pessoas é um pouco bom. se não o que sobra do seu natal é isto:

marcosdotempo.blogspot.com diz (11:10):
*HELLO HOHOHO...
*pelo menos o espírito, pq de presente...
tai (writing) diz (11:10):
*risos*
marcosdotempo.blogspot.com diz (11:10):
*Papai Noel não me curte... :(
tai (writing) diz (11:11):
*nem a mim, talvez eu seja muuuuito muuuito má e tenha pensamentos ruins :(
marcosdotempo.blogspot.com diz (11:11):
*Eu sou muito ruinzinha... mas pensei que o Papai Noel não fosse revanchista...
tai (writing) diz (11:14):
*me too
ElderFerreira. diz (11:59):
*O Papai noel é um porco capitalista.
*u.u
tai (writing) diz (12:00):
*risos*
marcosdotempo.blogspot.com diz (12:00):
*Não gosto do papai noel
*ele é feio, gordo e brocha!
tai (writing) diz (12:00):
*é uma invenção da coca-cola pr tornar o natal MAIS capitalista
tai (writing) diz (12:01):
*por isso ele não tem filho =P
ElderFerreira. diz (12:01):
*Mas ele tem.
*Ainda hoje pela manhã eu conheci a mamãe noel.
*Ela estava aqui sabe...
marcosdotempo.blogspot.com diz (12:01):
*Mamãe Noel não aguenta o saco que ele é!
*Na verdade, o Papai Noel É UM SACO!
ElderFerreira. diz (12:01):
*Discutindo os males do natal comi
**comigo
ElderFerreira. diz (12:02):
*E é tão somente por isso que a mamãe noel tá com ele.
*Pq um saco que carrega um saco, não é pra qualquer uma.
*u.u
marcosdotempo.blogspot.com diz (12:03):
*A mamae noel é uma besta que acredita, todo ano, que vai ganhar uma lipo, um laptop, um celular com bluetooth... e só ganha agenda!
tai (writing) diz (12:03):
*não perde, eu vou por as fotos do natal em familia ahaha
tai (writing) diz (12:04):
*risos*
marcosdotempo.blogspot.com diz (12:04):
*Papai Noel não tem um saco grande, tem um pau pequeno!! (6)





*Vinha eu aqui postar um texto bonito e tocante sobre o natal, mas não sai nada sim NA-DA. receio não saber mais escrever. Mas no meio do caminho dou de cara com isto.
beijos e obrigada.
sim, feliz natal. :)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Brilhe.



Ao infinito e além... O ponto mais distante é o mais bonito, mas não me dei conta o quão próximo do ponto distante  poderia estar. Que pontos distantes não existem, o distante é distante, o próximo é mais real.


O distante é muito longe pra poder pensar nele. Penso no agora que, sim, é o mais importante. Aquele ponto brilhante, no que cegamente acreditava ser o final, me cegou, de fato, tanto que mal pude ver que havia caminhos falhos até ele. E caí, tropecei me ferrei mesmo.

Por pouco, pouquíssimo não virei às costas e fui-me embora jogando tudo para o ar e xingando quem ainda ia à diante. Mas pra trás, pra trás não se volta. Não se anda de ré nessa estrada maluca e incerta.

Mas estar absurdamente perdida e sem a menor iniciativa para um rumo é de desesperar. Não tinha uma válvula de escape. Era isso, ou era isso. Não tinha escolha. Continuar em frente apesar dos pesares era a única alternativa sensata. Ou talvez desse tchau pra essa estrada e voltasse quem sabe um dia, em outra menos conturbada.

De certo que qualquer atitude seria precipitada se não pensasse.

Sentar e pensar me rendeu algumas porradas de quem passava pelo caminho e boas reflexões.

Num dos tropeços que levei por tabela, olhei para a única parte que jamais tivera prestado atenção: eu.

Olhar para si rende um bom susto quando não nos damos conta do que somos. Pois eu, eu brilhava tanto ou mais que o ponto distante e brilhante que sempre tentei chegar perto. E me dei conta que o ponto aquele mais brilhante no final do caminho era a penas e nada mais que o meu reflexo. O resultado de tudo que eu tinha e era. E que jamais o alcançaria, pois não o enxergava diante do meu nariz.

Então continuei ao infinito e além, mas sem perseguir mais nenhum ponto brilhante no final. Apenas o admirava brilhar mais ainda a cada passo que dava a cada conquista, a cada vitória e tropeço. Sim, eu crescia com os tropeços, pois levantar deles é, às vezes, mais recompensador que não cair.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Trois e um boteco.

Nós três e um boteco.

Tínhamos milhões de coisas pra fazer, mas algumas se tornaram absurdamente importantes. Sentimentos, palavras e boêmia. Só não falávamos também de comida porque era pedir demais durante a mastigação.

Éramos três pessoas distintas e de alguma forma parecidíssimas. Três artistas falidos na mesa de um bar (não era bar, mas assim soa mais poético). Três apaixonados escritores sem eira nem beira comendo pizza e reclamando de dores e amores. De nada parece estranho, um tipo bem comum. Artistas falidos e apaixonados.

Mas podemos prestar bastante atenção que alem de apaixonados, apaixonantes são. Poderiam escrever, mas o local não agrada. Ai que chegamos à questão. Precisamos de um boteco com cara de velho e musica boa.

Porque um diz que 'barzinho chinfrim é nojento', já a outra tem paixão por musica e precisa absurdamente disso pra escrever, ritmo. Ah sim a terceira da história... a terceira da história concorda com tudo isso, mas assumo que é a mais boêmia dos três e um bom boêmio não tem muitos problemas com local.

Daí, eles tiveram uma idéia. Um boteco, bonito, agradável e divertido. Um boteco de vinhos, um boteco de músicas, um boteco moderno.

Um boteco dos três.



Post de bem vinda de volta. Prometo não abandonar mais o blog e ele volta coma freqüência anterior.

Sim, claro, dedicado à duas pessoas bem boas, Elder e Rê.